quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

PAI.... ETERNO...Nasc 28/09/1923 Fal. 04/11/2010

Por Edson de Lorenzi
Histórico de Florêncio de Lorenzi Dinon: (Texto lido no dia do sepultamento). Produzido por Sérgio de Lorenzi e Netas) Florêncio de Lorenzi Dinon, nono, amigo, companheiro, trabalhador, honesto, verdadeiro, simples, homem de fé. Nasceu em Orleães-SC, em 28 de setembro de 1923. Filho de Catarina Pilon de Lorenzi e Antonio de Lorenzi. Teve 11 irmãos: Pascoal, Tranqüilo, Guerino, Otávio, Faustino, Carmem, Antonia, Felícita, Maria, Rita e Benvenuta. No tempo em que viveu em Orleães, vivia na companhia de seus 10 irmãos, trabalhando na agricultura e com engenho de farinha de mandioca. Era o responsável para fazer a entrega de farinha. Conta-se que em uma destas entregas, o carro de boi com 10 sacos de farinha virou-se no rio e Florêncio fez muita força para desvirá-lo. Este esforço machucou seu pulmão e o deixou com seqüelas. Jovem, no início dos anos 50, foi há uma festa na comunidade de Boa Vista, lá conheceu Lucinda Luz Ferrarez, começaram a namorar e se casaram em junho do mesmo ano. Com três dias de casamento, veio com sua esposa e familiares para a comunidade de Taquaruçu de Cima. Foram os primeiros colonizadores após a Guerra do Contestado e com seus pais, irmãos e muita garra, desbravaram estes sertões. Logo que chegou, Florêncio se destacou entre os colonizadores. Ele trabalhava na agricultura com toda a sua família. Na comunidade, ajudou na construção de duas serrarias, adquirindo assim, a profissão de pedreiro. Teve moinho movido a água por muitas décadas. Desde que aqui chegou, teve uma vida de fé muito ativa. Inicialmente contribuiu e ajudou a construir uma igreja de madeira juntamente com a família Bogo. Em 1969, iniciou com as demais famílias da comunidade, a construção desta igreja de alvenaria, a qual foi inaugurada em 1971, com o casamento de sua filha Irani Bogo. Nesta época, fez a doação da imagem de São Jorge que mais tarde pediu para que fosse colocada no pavilhão da igreja para proteger os eventos que ali aconteciam/acontecem. Quando da última reforma da igreja, fez a doação da imagem de Nossa Senhora da Salete, protetora dos agricultores. Enfim, tudo o que existe em nossa comunidade tem a colaboração, trabalho e dedicação de Florêncio e esposa. Na alegria de construir uma família, Florêncio e Lucinda tiveram a primeira filha em 1951, Irani de Lorenzi (in memórian), que se casou com Pedro Antonio Bogo e desta união nasceram Adelmo e Andréa, que casaram e deram a Florêncio três bisnetos: Rômulo, Adelmo Henrique e Amanda Cecília. No ano seguinte nasceu Terezinha, casou com Izolino Morsoletto e tiveram duas filhas, Simone e Vanessa. Simone casou-se e lhe deu duas bisnetas: Sofia e Sarah. Em 1953 nasceu Claudice, que casou-se com Selmo Tessaro Delfes (in memórian), desta união nasceu Angélica que se casou-se com Volney. Apenas em 1957 nasceu o primeiro filho homem, Jorge de Lorenzi, que se casou com Lucia Soletti, tiveram duas filhas: Flaviane e Franciele. Flaviane casou-se e lhe deu um bisneto: Brayan Gean. Nasceu então Angelo, que casou com Lurdes Bogo. Eles têm três filhos: Elisangela, Ezequiel e Everaldo. Elisangela casou-se e já está a caminho o próximo bisneto. Então, nasceu Antoninho de Lorenzi, sendo ele especial para todos, amável, carinhoso, companheiro dos pais, para Florêncio, parte de sua vida e preocupação constante, mas fique tranqüilo nono Fiore, ele ficará bem. Em 1961, nasceu Sérgio de Lorenzi, que casou-se com Clarice Molim. Eles têm uma filha: Samara, que se casou e deu a Florêncio um bisneto: Ulisses Gianello Neto. Para completar a alegria da família, em 1972, nasceu o caçula Edson, que casou-se com Ana Paula Zanini, desta união nasceu César Augusto e Ana Clara. Florêncio de Lorenzi Dinon, faleceu aos 87 anos, deixou 8 filhos, 13 netos, 10 bisnetos e um exemplo de vida em família. Seu jeito simples o identificava ser único de muitas qualidades. Era habilidoso e criativo, em suas engenhocas, inventava e fabricava qualquer tipo de peça, por isso, que muitas vezes, o chamavam de “Professor Pardal”. Nono, esteja em paz e nós aqui, seguiremos seu exemplo de marido, pai, nono e bisnono, pois muitos foram muitas as lições de amor e de vida que nos deixou. A saudade já é sentida em nossos corações. Sempre te amaremos. “A vida não é só aquilo que você é, mas o que você faz”. Ficará em nossa lembrança sua preocupação com os filhos, netos e bisnetos.Temos orgulho de você nono, com certeza Deus também o terá. Obrigado Deus, por fazermos parte da família do nono Fiore.

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